Eles estavam sentados lado a lado, mãos dadas, olhando o céu, observando atentamente cada um desses misteriosos astros brilhantes que nos são visíveis pela noite. Vários tamanhos, cores, intensidades, luzes que encharcavam os olhos de uma beleza pura e simples, mas ao mesmo tempo obscura e curiosa.
Ele pensando em como tornar aquele momento ainda mais perfeito, como se fosse possível transformar momentos inesquecíveis em momentos racionalmente articulados, com se tivéssemos a miserável capacidade de guiar nossos sentimentos, controlar nossos arrepios e sermos infelizes não voluntariosos.
Ela pensando estrelas, respirando estrelas, sentindo estrelas, sendo sozinha uma constelação infindável de cintilantes estrelas, sendo única e singular um universo que só a si pertence. Seu ser totalmente entregue ao sublime momento que se passa, cada segundo durando um ano e um instante, cada instante valendo uma vida.
Ele pensando nela, ela entregue ao inexplicável e inigualável lirismo da noite.
Ele sempre ativo, egocêntrico, firme, as vezes áspero, parecia carregar o mundo nas costas, uma responsabilidade sobre humana parecia acompanhá-lo, o dever o perseguia e o marcava, Clóvis. Uma pessoa apagada, nada comunicativa, nada sociável, poderia entrar e sair quantas vezes fosse de um ambiente que ninguém lhe notaria a presença, menos ainda sentiriam sua falta, assim era Clarice, um ser mergulhado no incomensurável da duvida, na tristeza do não ser. Ela era sua paz, ele sua segurança.
De um simples olhar surgiu o encanto, do primeiro sorriso nasceram vários, e esses transcenderam gerando outros olhares. Pela primeira vez ela se sentia notada, alguém a observava com contentamento e isso já lhe seria suficiente pra sonhar pelo resto de suas noites. Pela primeira vez ele sentiu, sentiu por alguém, sentiu com alguém, ela o fez parar, sem obrigação, sem medo, e foi como se toda sua vida tivesse esperado para beber daquela presença. Duas vidas encontram-se- nada é por acaso- nascidas para trazer o essencial uma para a outra.
Sentados lado a lado observando as estrelas, tocando a magnitude e todo o esplendor da lua é como se encontrassem ali, ele a eternidade, ela o infinito.
Ele pensando em como tornar aquele momento ainda mais perfeito, como se fosse possível transformar momentos inesquecíveis em momentos racionalmente articulados, com se tivéssemos a miserável capacidade de guiar nossos sentimentos, controlar nossos arrepios e sermos infelizes não voluntariosos.
Ela pensando estrelas, respirando estrelas, sentindo estrelas, sendo sozinha uma constelação infindável de cintilantes estrelas, sendo única e singular um universo que só a si pertence. Seu ser totalmente entregue ao sublime momento que se passa, cada segundo durando um ano e um instante, cada instante valendo uma vida.
Ele pensando nela, ela entregue ao inexplicável e inigualável lirismo da noite.
Ele sempre ativo, egocêntrico, firme, as vezes áspero, parecia carregar o mundo nas costas, uma responsabilidade sobre humana parecia acompanhá-lo, o dever o perseguia e o marcava, Clóvis. Uma pessoa apagada, nada comunicativa, nada sociável, poderia entrar e sair quantas vezes fosse de um ambiente que ninguém lhe notaria a presença, menos ainda sentiriam sua falta, assim era Clarice, um ser mergulhado no incomensurável da duvida, na tristeza do não ser. Ela era sua paz, ele sua segurança.
De um simples olhar surgiu o encanto, do primeiro sorriso nasceram vários, e esses transcenderam gerando outros olhares. Pela primeira vez ela se sentia notada, alguém a observava com contentamento e isso já lhe seria suficiente pra sonhar pelo resto de suas noites. Pela primeira vez ele sentiu, sentiu por alguém, sentiu com alguém, ela o fez parar, sem obrigação, sem medo, e foi como se toda sua vida tivesse esperado para beber daquela presença. Duas vidas encontram-se- nada é por acaso- nascidas para trazer o essencial uma para a outra.
Sentados lado a lado observando as estrelas, tocando a magnitude e todo o esplendor da lua é como se encontrassem ali, ele a eternidade, ela o infinito.
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